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Terça, 26 Jan 2021

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Como usar o WhatsApp para vender mais

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Frequência de mensagens, conteúdo e respostas humanizadas e rápidas podem fazer a diferença na hora de converter a venda

 

 

WhatsApp for Business agora conta com novos recursos (Foto: Reprodução/Whatsapp)

 

 


Gratuito e disponível para celulares Android e iOS, o WhatsApp ficou ainda mais popular entre os empreendedores nos últimos meses. O WhatsApp Business, desenvolvido especialmente para pequenos negócios, tem sido usado para fazer vendas e aproximar a marca do consumidor.

A versão possui todas as funcionalidades da original - envio de mensagens de texto, áudio e vídeo -, somadas a soluções para a interação entre vendedor e cliente, além de oferecer estatísticas sobre as mensagens enviadas, semelhante às de uma campanha de e-mail marketing.

Mesmo com a reabertura do comércio e serviço não essencial, muitos clientes têm preferido fazer as compras à distância, pelo app. PEGN conversou com Alexandre Giraldi, empreendedor e consultor do Sebrae-SP, e Thiago Gonçalves, diretor geral de operações da Pipedrive, e elaborou uma lista de dicas sobre como usar o WhatsApp para vender bem.

Frequência de envio e conteúdo de mensagens
É preciso ter cautela para não irritar o consumidor com a comunicação. "O WhatsApp é um canal de contato direito com a pessoa do outro lado, por isso é necessário cuidado redobrado para não se tornar chato, repetitivo e invasivo - e acabar sendo bloqueado", afirma Giraldi.

Não há fórmula para saber quando enviar uma mensagem à sua lista de contatos e grupos. Você deve conhecer o seu produto e saber quando ele é consumido. Faz sentido enviar mensagem diariamente se você vende marmitas ou sobremesas, mas a lógica não é a mesma para quem comercializa bens duráveis, como eletrodomésticos, ou semiduráveis, como calçados, explica Giraldi.

Uma boa medida é o seu ritmo de lançamentos. "Atente-se às novidades e não deixe de comunicá-las", diz o consultor do Sebrae-SP. No caso de itens como roupas, as pessoas geralmente gostam de ser atualizadas sobre novas peças, cores e promoções - mas cuidado para não enviar sempre a mesma coisa. Perguntar ao cliente quando ele quer ser informado é uma boa prática e evita aborrecimentos.

Segundo Thiago Gonçalves, outra opção é variar o conteúdo enviado, incluindo propagandas, dicas relacionadas ao produto ou serviço ofertado e até vídeos educativos ou informativos. "Isso pode fazer de você uma referência no assunto dentro da comunidade", afirma.

Grupos e listas de transmissão
A maneira mais comum de ofertar produtos e serviços é em comunidades e grupos de interesse dentro do WhatsApp. "É interessante encontrar grupos que tenham relação com seus negócios e compartilhar conteúdo condizente", explica Thiago Gonçalves. Um exemplo é o grupo de condomínio, rua ou bairro. Caso seja permitido enviar ofertas de produtos e serviços, esses são canais que trazem retorno.

Giraldi, no entanto, alerta que formar grupos nem sempre é interessante. "Além de demandar tempo para administrá-lo, você não tem controle total do que é enviado por outros integrantes - situação que pode causar algum desconforto. Como administrador do grupo, você terá de intervir ou mediar."
"Outro recurso disponível são as listas de transmissão, que permitem falar com várias pessoas ao mesmo tempo em conversas privadas. "São uma boa ideia para a divulgação de novos produtos no catálogo e promoções", diz Gonçalves. O especialista ressalta a necessidade de enviar respostas rápidas: "Devemos reservar tempo para interagir com as pessoas que responderem, para não correr o risco de esfriar a venda por falta de resposta".

Segundo Alexandre Giraldi, quem não tem seu contato salvo na agenda nem sempre recebe suas mensagens enviadas via lista de transmissão. "Para motivar a pessoa do outro lado a salvar seu número você pode compartilhá-lo com ela - encurtando o processo de adicionar seu contato na agenda do cliente. Outra estratégia é motivá-lo a fazer o cadastro com uma promoção de desconto ou sorteio na lista de transmissão”, explica o consultor do Sebrae-SP.

Recursos do WhatsApp Business
*Etiquetar clientes
O WhatsApp Business tem a opção de etiquetar clientes, o que permite ao empreendedor fazer a oferta certa para o cliente certo. "Você pode especificar uma restrição alimentar do contato, por exemplo", diz Gonçalves.

*Catálogo
Outra dica é cadastrar seu catálogo de produtos. Coloque o nome, uma breve descrição e o preço. "Ele é essencial para o cliente tomar sua decisão de compra, então deixe-o sempre de maneira clara", completa Giraldi.

Há também a opção de inserir uma foto do produto. Essa imagem deve mostrar bem o item, ser iluminada e proporcional ao espaço destinado.

"Na caixa de “link” é possível inserir um endereço que leve o cliente à plataforma de pagamento ou a sua página de vendas oficial", destaca Giraldi.

Catálogo do WhatsApp Business (Foto: Divulgação/WhatsApp)

*Atalhos de respostas
Giraldi orienta para a criação de atalhos com respostas padrão humanizadas e partes alteráveis - a saudação “Bom dia/Boa noite”, por exemplo. "Além de tornar o processo de responder mais veloz, isso diminui as chances de, ao final do expediente, você responder de forma curta e automática o seu cliente - o que pode levar ao desgaste do relacionamento", diz.

 

Quer saber como automatizar os primeiros contatos com seu cliente e ter respostas automáticas para as perguntas mais feitas.

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Fonte: PEGN

O Mercado de Carbono movimenta Bilhões anualmente!!

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Negociações de Ativos e Criptoativos no Mercado Ambiental

1 Forest Safe é lastreado em 1 tonelada de CO2 (65 árvores)


A Bolsa Verde reúne compradores e vendedores com interesse na comercialização e investimentos em ativos ambientais. Tem como objetivo fomentar e dar liquidez para mercado voluntário de Crédito de Carbono mundial e outros ativos ligados ao meio ambiente e sustentabilidade.

Créditos de Carbono

O que é?

Um crédito de carbono é a representação de uma tonelada de carbono que deixou de ser emitida para a atmosfera, contribuindo para a diminuição do efeito estufa.

Como funciona?

Existem diversas maneiras de gerar créditos de carbono, dentre elas, a substituição de combustíveis em fábricas, onde elas deixam de usar biomassas não renováveis, como lenha de desmatamento, e passam a usar biomassas renováveis, que além de emitirem menos gases geradores de efeito estufa, contribuem para a diminuição do desmatamento.

Quais os benefícios?

As companhias que reduzem a emissão de dióxido de carbono conseguem obter esse crédito e depois vendê-los para os mercados financeiros nacionais e internacionais. Adquirir crédito de carbono pode trazer vantagens para o meio ambiente, sociedade e para a empresa Uma grande vantagem de adquirir crédito de carbono é que ele beneficia a reputação da marca.

Como comprar?

Foi criado um mecanismo de flexibilização em que uma das estratégias estabelecidas foi o MDL — Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Ele possibilita que os países/empresas interessados possam comprar os créditos de carbono oriundos de qualquer nação em desenvolvimento que tenha ratificado o protocolo. A Bolsa Verde atua com diversos mercados de balcão de crédito de carbono integralizados no seu sistema de negociação.

 

Plataforma em Blockchain

Ativos verdes são tokenizados e negociados pela Exchange com abrangência mundial.

 

Criptoativos

Criptomoedas são Tokens Utilitários, moedas virtuais, sem lastro, utilizadas para a realização de pagamentos em transações comerciais.

Proxy Tokens, um token digital com lastro em ativos, títulos, direitos e outros...

O Futuro das Criptomoedas!

- É segura(possui Lastro).

- Um "Criptoativo Verde" que atua na Preservação Ambiental, com foco na floresta amazônica.

Nossos Criptoativos também podem ser utilizados no aumento de Capital Social e na Neutralização de GEE(Gases do Efeito Estufa)

Um Criptoativo para integralizar no Capital Social deve:

- Possuir valor de mercado
- Contribuir para o Desenvolvimento Econômico da Sociedade (A Cryptogreen e a Forest Safe são os únicos criptoativos com conexão com qualquer atividade  empresarial, pois sua finalidade é neutralização de GEE)

A Bolsa Verde possui expertise em aumento de capital com Criptoativos

 

Lei No 11001 DE 14/11/2019 – Estado de Mato Grosso

Regulamenta a moeda verde (criptomoeda de Crédito de Carbono), inclusive, aceito como pagamento de multas ou contrapartidas ambientais.

Mercado de Balcão - MDL

340 Milhões de unidade de Créditos de Carbono do tipo REDD, fornecidos pelo Programa de Preservação Ambiental e devidamente registrados. (PROJECT DESCRIPTION VCS Version 3, CCB Standards Second Edition, e custodiados no IHS Markit).
São aceitos como garantia de crédito por diversos grandes Bancos (Santander, Itáu, BNDES e outros).

Nossos Clientes contribuem para a preservação da Amazônia e de diversas outras florestas brasileiras. Mercado Ambiental, uma Solução para a humanidade.

Entre em contato conosco parasaber mais sobre investimento com a  Criptomoeda Forest Safe.

{ckform criptomoeda}

O crédito de carbono será a nova commodity do Brasil

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Para Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Ibá, o país tem à frente sua maior chance de, finalmente, decolar - transformando-se no maior exportador mundial de serviços ambientais


Nunca o mundo precisou tanto das florestas brasileiras - e isso poderá ser uma enorme oportunidade para o país. É o que defende Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Ibá, associação que reúne empresas dependentes de madeira e investidores de florestas plantadas no Brasil. Para ela, a busca por uma indústria de baixo carbono - obrigação que hoje faz parte da agenda dos 195 países signatários do Acordo de Paris - dará ao Brasil a  a chance de, finalmente, decolar, transformando-se no maior exportador mundial de serviços ambientais. "O mundo precisará cada vez mais de madeira e de crédito de carbono", diz ela. "Nós somos o país com o maior potencial para entregar tudo isso."

Chefe do International Council of Forest and Paper Associations (ICFPA), o cargo institucional máximo do setor de base florestal mundial, Elizabeth estará nesta semana na Alemanha, onde discute em reuniões com a ONU e empresários de 19 países soluções para ajudar a deslanchar o acordo de clima - fazendo rodar o promissor mercado de créditos de carbono. "Não tenho dúvida que essa será a nova commodity brasileira", diz Elizabeth. "É muito maior que o pré-sal". Nesta entrevista à ÉPOCA NEGÓCIOS, ela explica os motivos de seu otimismo e aponta os desafios a serem superados para que o país não deixe a oportunidade passar.

Por que o otimismo em relação às perspectivas para os negócios ambientais no Brasil?
De todas as tarefas dificílimas estabelecidas na Conferência do Clima de Paris (COP-21), a mais difícil de todas é a migração mundial para uma indústria de baixo carbono. Não estamos falando de um ou dois países, mas de 195 nações que assinaram o acordo e, agora, precisam de alternativas para cumprirem suas metas. Isso passa necessariamente pela substituição de combustível de origem fóssil por energia limpa. A madeira é uma das alternativas para essa migração. Talvez a mais importante delas. Vem daí - somado ao aumento populacional - a estimativa da FAO (órgão das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) de que a demanda por madeira vai triplicar até 2050, chegando a 8 bilhões de metros cúbicos por ano. Isso é mais ou menos 250 milhões de hectares adicionais de florestas, uma área equivalente à soma dos territórios de Espanha, França, Itália, Alemanha, Finlândia e Noruega. Nós temos madeira. Nós temos produtos da madeira que são combustível limpo, como a lignina. Com nossas opções de energia limpa, mais nossas florestas, que removem carbono, o Brasil pode ser a solução para muitos países que não têm mais áreas para plantio e vão precisar adquirir créditos de outros lugares.

De que maneira essa maior demanda por madeira e a busca por uma indústria de baixo carbono podem ajudar o Brasil, para além da indústria de floresta e celulose?
Todos os setores brasileiros vão se beneficiar, entre outras coisas, porque essa demanda pode impulsionar o mercado de crédito de carbono em todo o mundo. Nós temos, comparativamente a países como Estados Unidos ou China, uma indústria de baixo carbono. Temos, além disso, possibilidades para reduzir emissões em diferentes atividades. Os outros países só têm ônus. Não têm onde plantar, não têm como reduzir a atividade. O Brasil vai, sem dúvida, aparecer como solução. O Brasil é famoso por exportar commodities. Agora vai exportar serviços ambientais.

A oferta desses serviços poderia substituir a importância das commodities na nossa economia?
São coisas paralelas. Se tirar commodity, eu mato a galinha dos ovos de ouro. O Brasil vai exportar commodities e também superávits de carbono e mais uma gama de serviços ambientais.

Então, isso será uma nova commodity?
Ah, isso sem dúvida. É a commodity do futuro. E pode ser melhor que o pré-sal. Quantos pré-sal não valem nossas florestas ou o potencial que temos de ser superavitários em créditos de carbono? Essa é a chance de o Brasil decolar. Durante muitos anos, todo mundo ficou falando do gigante adormecido, sem saber direito como acordar esse gigante. Pois está aí: a conferência do clima com as demandas por uma indústria global de baixo carbono abre muitas perspectivas para um país como o Brasil. Não dá para perder essa oportunidade. Mas, para isso, é preciso fazer a lição de casa.

Qual seria a lição de casa do Brasil?
São tarefas difíceis. Precisamos dar valor econômico às nossas florestas. E aí é preciso extrapolar o setor de florestas plantadas, que é o qual eu represento. A plantada, nesse cenário, é o de menos. Você só pode dar valor econômico a uma floresta como a Amazônia, por exemplo, terminando com o desmatamento. E por desmatamento, entenda-se, desmatamento ilegal.  A Amazônia tem que ser explorada economicamente. Tem 20 milhões de brasileiros que moram lá. Há formas de aproveitar a floresta, com manejo sustentável. Já tem empresas fazendo isso bem, como a AMATA. Os mecanismos estão aí. Agora, precisamos chegar a um conceito comum. E isso não é fácil. Precisamos criar também um mercado interno para os créditos de carbono, que é uma maneira de valorar a floresta e beneficiar aqueles que fazem a coisa direito. O governo brasileiro vem fazendo estudos nesse sentido, de como seria o mercado doméstico de carbono. Isso não está pronto, mas está acontecendo.

Como isso se aplica na prática? Poderia dar um exemplo?
No meu setor, por exemplo, precisamos de energia para alimentar as caldeias na produção de celulose. Hoje, boa parte da produção já é feita a partir de combustíveis menos poluentes. Quando a indústria faz essa migração - de trocar diesel por lignina, por exemplo -, o impacto no meio ambiente diminui. Esse ganho, esse saldo pode ser precificado e negociado. Pense no pequeno produtor rural. Se ele faz bom uso do solo, dos recursos hídricos, ele capturou carbono. Esse cara precisa ser compensado. Há processos industriais que são impactantes no meio ambiente e serão sempre. Esses setores mais impactantes podem compensar - financeiramente - aqueles que operam com baixa emissão e têm um saldo, um crédito a oferecer ao mercado.

O mercado de carbono é discutido há muito tempo. O que muda agora?
Hoje, 40 regiões no mundo já precificaram o carbono e têm um mercado operante. Alguns exemplos estão na costa oeste dos Estados Unidos até Quebec, no Canadá, há outros 14 lugares na China e também na Austrália e Nova Zelândia. O que eles fazem é estimular o mercado, via benefícios para quem consome produtos com baixo carbono ou via taxação para indústrias que não cumprem determinadas metas. Mas são políticas domésticas, não há um marco regulatório. Parte do trabalho agora, que é o desdobramento da COP-21, é olhar esses sistemas, ajustar, readaptar, criar regras que possam funcionar para as mais de 190 nações. Esse é o desafio, a grande tarefa até 2020. É o ponto principal - desenvolver o artigo 6 do acordo, criando os mecanismos de mercado para que a coisa possa acontecer em todo planeta.

A sra. faz parte do Conselhão (órgão criado em 2003 pelo governo Lula, reunindo dezenas de empresários e representantes de classe para discutir com o Executivo políticas públicas para o desenvolvimento econômico). As questões ambientais têm sido colocadas à mesa? Qual é a avaliação interna do governo sobre a prioridade de desenvolver esses serviços ambientais?
No Conselhão, essa matéria aparece ainda um pouco diluída. Hoje, são as grandes reformas estruturais que tomam conta da agenda - previdenciária, trabalhista. A gente discute coisas de curtíssimo prazo. Mas resolvidas as questões mais estruturais, que incluem ainda reforma tributária, fiscal, a gente precisa consolidar o mercado de carbono no Brasil. Como já disse, não podemos perder essa oportunidade. Ela é muito importante para o país.

Mas como promover esse avanço?
Isso é algo que já aconteceu repetidas vezes na história da economia - como fazer A chegar em B? Com incentivo. Precisa de políticas políticas. Mas esse é um mercado que não pode depender exclusivamente de políticas públicas. Não há capacidade nos tesouros do governo para colocar as exigências da conferência do clima em pé. Não é somente no Brasil. É em qualquer lugar. Então, é preciso pensar em uma sistema que seja capaz de se retroalimentar. O dinheiro para a melhoria climática virá das próprias ações para a melhoria climática. Lá atrás falava-se em conferência de clima e todo mundo pensava em bicho-grilo, natureba. Isso acabou. Não estamos tratando apenas de meio ambiente, mas de economia, de dinheiro, money. É assim que as coisas vão funcionar.

*Origem: Revista Negócios

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